Mostrar mensagens com a etiqueta solidão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta solidão. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Vida profissional vs Vida familiar

Como sempre encarei e encaro todos os desafios com “unhas e dentes”, achei que a vida profissional e familiar nunca foram totalmente compatíveis na situação que tinha.

Assim, preferi primeiro conseguir estabilizar a nível profissional, para de seguida ter a familiar também de uma forma estável, pois quer queiramos, ou não, uma influi sobre a outra! Ou porque temos uma família e não temos dinheiro para a sustentar, ou porque queremos uma vida profissional de sucesso e não temos tempo para a família.

Agora que estou nos Trintas e olho para trás, sou um profissional de sucesso e com uma vida familiar inexistente e nem tão pouco com uma luzinha ao fundo do túnel para a vir a alcançar em breve e porquê? Porque agora, dentro dos meus parâmetros de avaliação, a “oferta” de mulheres disponíveis é diminuta, é aquela velha história, “é como os lugares de estacionamento, os bons estão ocupados!”

Provavelmente se tivesse actuado nas duas frentes (familiar e profissional), também estaria nesta altura separado/divorciado, pois eram alturas em que a vida profissional exigiu muito de mim, muito deslocado quer dentro, quer fora de Portugal e como eu também não acredito em amores ausentes, por isso nunca sequer aconteceu namorar nos últimos anos, mas claro que já namorei!

Decididamente, vivo tudo intensamente, sou do 8 ou 80 e não sei entrar para perder, embora isso tenha reflexos… neste caso, na vida familiar!

Agora o que me/vos pergunto é:

Mesmo por vezes o equilíbrio trabalho/família não sendo possível, preferiam a relação de família (mulher, tendo ou não filhos) sofrível e prejudicada?

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

As estações do ano e a solidão

Quando é verão ou está bom tempo, apetece sair a toda a gente, andamos todos em movimento, as ruas estão cheias! Com a chegada das chuvas e do frio, cada um mete-se na sua casa, entregando-se à solidão, uns porque não tem com quem sair, outros porque não querem sair.
É principalmente nestas alturas que lembramos como seria bom ter alguém (claro que o “alguém” é para sempre e não apenas para momentos bons/maus) mas que faz mais falta nestes momentos. Ter alguém para desabafar do dia a dia, para dar 2 dedos de conversa sobre qualquer assunto, para ver TV enroscados na mantinha, etc..
Este é um problema que penso que afecta todos nós, pelos menos a julgar por algumas pessoas mais chegadas.