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domingo, 23 de janeiro de 2011

De pequenino se torce o pepino…

Diz o ditado e assim parece que o executam nos Estados Unidos, mas será que as escolas existem para isto?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Catálogo

Muitas das vezes, esperamos das pessoas, seja homem ou mulher, com quem queremos/gostávamos de ter um relacionamento, com o tempo, por vezes essas pessoas não correspondem em geral ao que esperamos, sendo a surpresa positiva ou negativa,

Desta forma, penso que todos nós, deveríamos ter um Perfil de características, como que um BI ou Cartão Único (ou ainda CV), onde constasse informações físicas, outras e psicológicas, como exemplos:

PSICOLÓGICAS:

FISÍCAS:

OUTRAS:

Humildes

Altura

Fumadora

Lutadoras

Peso Trabalhadora
Extrovertida / Divertida Mamocas Gostos em Lazer (praia, cinema, etc.)
Assiduidade e Pontualidade Rabiosque Prendada (cozinhar, limpar, etc.)
Arrogante Lábios Gostos Sexuais
Cínica Olhos Poupada
Leal Mãos Outras Habilidades
Mentirosa   Consumista
Intriguista   Ideologia Politica
Senso comum   Cultura
Compreensiva   Formação académica
Implicativa   Objectivos de vida

Poderia perder-se em mistério… é certo, mas esta seria uma forma de muitas das vezes não nos desiludirmos com os outros!!

Outra das vantagens, seria não perdermos tempo com quem não queremos/merece.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Irresponsabilidade de criar um Filho(s)

Todos sabemos e que é natural na vida animal, que por vezes a mulher tem o seu Relógio Biológico a dar horas que nem um relógio de cucu, sempre a relembrar! Existe também a pressão da sociedade para que tal aconteça!

Acontece que por vezes, quer seja a mulher ou o homem querem filhos como corolário da sua vida terrena e procriar para dar continuidade à espécie, na vez de juntarem isso ao corolário lógico do seu amor.

Depois, uma vez mais, esses filhos nascem, muitas das vezes para tentar salvar uma relação tendo um filho (quando há relação)… Ou filhos que nascem acidentalmente e sem qualquer relação. Diria que estes filhos (excepções à parte) são os filhos que são também eles criados como nasceram, sem amor, muitas das vezes notamos a sua revolta, alguns problemas sociais também (nalguns casos), comportamentos distintos com o pai, com a mãe e com a sociedade em função de todo um passado e todo o tratamento/educação de que foi alvo.

Entenda-se este “sem amor”, como uma parte coxa, porque entendo que o amor e educação é para ser dado em conjunto, em família e não apenas pela mãe (caso mais habitual). Depois vem também as guerrinhas tristes e inqualificáveis das separações, em que se tentam comprar os filhos ou serem moeda de troca para se conseguir algo.

Da minha parte, apesar de vontade de ter filhos há muitos anos, sempre quis Filhos com família e não apenas filhos com pai e mãe, pois entendo que devemos ser responsáveis quando os colocamos ao mundo por tudo o que já expus anteriormente e que apesar desse relógio biológico nos relembrar, da sociedade, etc., não deveremos ceder a essas pressões!