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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Balanço 2010 vs Objectivos 2011

Caros bloguistas, Tardiamentente… (este blog está quase ao abandono por excesso de trabalho) venho desta forma efectuar um balanço de 2010 e falar um pouco dos objectivos que tinha para este ano, que foram parcialmente conseguidos e de uma maneira geral o ano foi positivo, assim como colocar os objectivos de 2011. Este post mantém a estrutura do balnaço do ano passado, sendo nalguns campos quase uma cópia.

Balanço de 2010

Família – Tudo normal, por isso conseguido.

Profissionalmente – Semi-Conseguido! A direcção Espanhola continua com as suas ideias “manhosas” e voltou atrás… não contratando mais gente (como se comprometera) e que não ajudam ao crescimento, mas que apesar da crise, crescemos novamente, voltando a ser o melhor ano!! Continuo ocupadíssimo, daí só agora fazer o balanço. Continuo a ser convidado para Orador nas conferencias da especialidade e para dar algumas aulas, o que denota reconhecimento do meu trabalho.

Lar – Conseguido! Mudei-me para a casita nova, já está tudo no “ponto”.

Descanso/Lazer – Parcialmente conseguido! O ano profissional obrigou-me a continuar a ter um ritmo intenso de trabalho, mas que depois é recompensado em termos de resultados. Por outro lado, ando cansadíssimo e a continuar a acumular dias de férias de uns anos para os outros, mas mesmo assim este ano gozei 30 dias de férias e consegui ter umas escapadinhas de fim de semana. (cópia do que escrevi o ano passado). Tenho ido mais a eventos culturais.

Saúde – Conseguido! Da minha parte e da família em geral, conseguido!

Objectivos 2010

- Continuar a crescer profissionalmente, provavelmente mudar de empresa! 
- Continuar a ter saúde, paz e harmonia familiar.
- Conhecer gente nova, mas boa gente!
- Conseguir ter férias “à séria” e gozar os dias em atraso!

Resumindo, no fundo, espero ter entrado com o pé direito, acho que não estou a ser exagerado nos pedidos, vamos ver o que me/nos espera!!

Bom ano de 2011 a todos!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Catálogo

Muitas das vezes, esperamos das pessoas, seja homem ou mulher, com quem queremos/gostávamos de ter um relacionamento, com o tempo, por vezes essas pessoas não correspondem em geral ao que esperamos, sendo a surpresa positiva ou negativa,

Desta forma, penso que todos nós, deveríamos ter um Perfil de características, como que um BI ou Cartão Único (ou ainda CV), onde constasse informações físicas, outras e psicológicas, como exemplos:

PSICOLÓGICAS:

FISÍCAS:

OUTRAS:

Humildes

Altura

Fumadora

Lutadoras

Peso Trabalhadora
Extrovertida / Divertida Mamocas Gostos em Lazer (praia, cinema, etc.)
Assiduidade e Pontualidade Rabiosque Prendada (cozinhar, limpar, etc.)
Arrogante Lábios Gostos Sexuais
Cínica Olhos Poupada
Leal Mãos Outras Habilidades
Mentirosa   Consumista
Intriguista   Ideologia Politica
Senso comum   Cultura
Compreensiva   Formação académica
Implicativa   Objectivos de vida

Poderia perder-se em mistério… é certo, mas esta seria uma forma de muitas das vezes não nos desiludirmos com os outros!!

Outra das vantagens, seria não perdermos tempo com quem não queremos/merece.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

1º ANO DE VIDA

Este Blog faz hoje um ano de vida!!

Como balanço, digamos que aprendi alguma coisa sobre blogs, não sou muito activo devido á falta de tempo e/ou disposição para escrever, mas tenho gostado e gasto algum tempo a escrever, retomando alguma pratica que tinha da adolescência embora num registo diferente.

Obrigado a todos os que por cá passaram e a todos os que deram o seu contributo!

Obrigado ainda aos cerca de 150 seguidores que lêem as minhas parvoíces :)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Empatia sexual?

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Diferença entre amor e sexo?

OU

Sexo com amor Vs O prazer que se obtém?

Há um dilema que me aconteceu duas vezes recentemente e que gostaria de saber a vossa opinião sobre o seguinte:

Já tive namoradas em que o sexo era muito bom. Mas mais recentemente, que até acho que eram mulheres muito válidas e das quais idealizei e gostei muito, mas que quando chegados à parte da intimidade, eram um verdadeiro desastre, não conseguindo sequer fazer-me atingir o orgasmo.

Por outro lado, já tive mulheres com que a empatia sexual era muito boa, mas a empatia de vivencias e partilhas terminava aí.

Como sou adepto de quando tenho uma “relação séria” é para ser isso mesmo, séria, respeitadora e com vista ao futuro, acho que o ideal é ter uma mulher para tudo, ou seja, para viver os momentos em casa, fora dela, projectos futuros, na cama, etc..

Acho ainda que devemos ter tudo “em casa” para não procurarmos na rua e por isso as relações devem ser satisfatórias, intensas e com chama.

Não querendo particularizar, esta empatia está muito directamente ligada às práticas, ritmos e gostos de cada um, bastando que haja diferenças nisso ou ainda mentes menos abertas para que a empatia seja menor.

Será que quando há sexo puro e duro conseguimos ter mais prazer, mas que quando há amor e sentimentos envolvidos isso é mais difícil existir?

Confesso ainda que sou exigente comigo e com os outros em tudo e o sexo é só mais uma coisa em que isso acontece, ou seja, vivo as coisas com intensidade, não gostando de relações mornas, seja ao nível passional, quanto mais no sexual.

E a vocês, já vos aconteceu algo semelhante?

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Irresponsabilidade de criar um Filho(s)

Todos sabemos e que é natural na vida animal, que por vezes a mulher tem o seu Relógio Biológico a dar horas que nem um relógio de cucu, sempre a relembrar! Existe também a pressão da sociedade para que tal aconteça!

Acontece que por vezes, quer seja a mulher ou o homem querem filhos como corolário da sua vida terrena e procriar para dar continuidade à espécie, na vez de juntarem isso ao corolário lógico do seu amor.

Depois, uma vez mais, esses filhos nascem, muitas das vezes para tentar salvar uma relação tendo um filho (quando há relação)… Ou filhos que nascem acidentalmente e sem qualquer relação. Diria que estes filhos (excepções à parte) são os filhos que são também eles criados como nasceram, sem amor, muitas das vezes notamos a sua revolta, alguns problemas sociais também (nalguns casos), comportamentos distintos com o pai, com a mãe e com a sociedade em função de todo um passado e todo o tratamento/educação de que foi alvo.

Entenda-se este “sem amor”, como uma parte coxa, porque entendo que o amor e educação é para ser dado em conjunto, em família e não apenas pela mãe (caso mais habitual). Depois vem também as guerrinhas tristes e inqualificáveis das separações, em que se tentam comprar os filhos ou serem moeda de troca para se conseguir algo.

Da minha parte, apesar de vontade de ter filhos há muitos anos, sempre quis Filhos com família e não apenas filhos com pai e mãe, pois entendo que devemos ser responsáveis quando os colocamos ao mundo por tudo o que já expus anteriormente e que apesar desse relógio biológico nos relembrar, da sociedade, etc., não deveremos ceder a essas pressões!